O bom é que graças a ele pude perder com menos peso na consciência aulas importantes mas absurdamente chatas, como História e Macroeconomia. Nesta última, aliás, descobri que fiquei com 7.3 de média (não me perguntem como), mas que beleza! =D
Mas foi por uma boa causa, ok?
O trabalho de Antropologia tinha que sair, de um jeito ou de outro, imagino eu. Foi bem divertido, a casa da Mari é um ótimo lugar para se fazer reuniões: tem violão, colchão de ar e ela faz uma carne de soja temperada que é uma delicinha, manjar dos deuses! hahaha. Mas voltando ao importante, que é (ou talvez não) a realização do trabalho: sim, conseguimos adiantar um pouco. Caras, eu sei que é para amanhã, mas se tivemos como nos preocupar anteontem - também na casa da Mari - e não o fizemos, pra que se desesperar? Confesso que até tirei um cochilo depois do almoço; coisa rápida, graças a isso pude ajudar depois a escrever a metade que faltava do resumo que precisamos entregar junto com a apresentação. Quanto a divisão de falas... amanhã a gente se resolve, o negócio é relaxar =D
De qualquer forma, o dia foi bem poético e musical. Não só por causa do violão da Mari, mas também porque voltando de Niterói a altas horas na calada da noite, eu vim na proa da barca cantando alegremente o que vinha na cabeça. Ok, estava frio e as pessoas me olhavam como se eu fosse louca. Talvez eu seja mesmo... mas a questão é que o céu estrelado e a cidade maravilhosa iluminada do outro lado me arrastaram para ver o espetáculo, não pude resistir. Como pegamos a barca velha, foram 30 minutos de pura trilha sonora, fiquei pensando até em mandar para alguma produção independente que se mostre interessada em fazer uso dela. Isto me lembra que uma das músicas que mais ouvi nesses dois dias foi a Nothing But a Song, do Tiago Iorc. Acho até que foi tema de novela, alguém conhece? Percebi, enquanto os meninos tocavam o violão, que eu preciso aprender a letra dessa música e parar de me achar cantando apenas "nothing but a song without no rhyme" porque é muito tosco só cantar o refrão cuja frase faz alusão ao título.
É isso, gente. Estou cansada e continuo sem internet, então por enquanto é o que dá pra fazer. Pelo menos vim aqui para tentar manter minha promessa de ontem! Vamos ver durante quanto tempo eu sigo nessa empolgação por contar a minha vida em detrimento do aspecto pseudo-intelectual que eu queria fornecer a isso aqui.
E vida longa aos Azande!
Que algum dia façam trabalhos mais decentes sobre eles, hehe.
Não há fatos, só interpretações. (Nietzsche)
Teu dia parece ter sido tão bom *o*~
ResponderExcluirDeve ter sido relaxante ficar ali na balsa, só olhando as luzes e as estrelas... na cidade que eu morava também tinha balsa, sinto falta disso.
Esses momentos são os melhores, onde nada importa. Já escutei uma música do Tiago Iorc, mas acho que não foi essa não.
Seu post me fez se sentir como se estivesse no local que você estava descrevendo, ouvindo o violão e depois cantarolando ali...
Música é tudo :)
E se eu tivesse de verdade, acredite, não iria ser só você que iriam achar que é louca. haha (: