segunda-feira, 19 de julho de 2010

say when?

I see you there, don't know where you come from
Unaware of a stare from someone
Don't appear to care that I saw you
And I want you

What's your name 'cause I have to know it
You let me in and begin to show it
We're terrified 'cause we're heading straight for it
Might get it

You been the song playing on the background
All along but you're turning up now
And everyone is rising to meet you
To greet you

Turn around and you're walking toward me
I'm breaking down and you're breathing slowly
You say the word and I will be your man
Your man

Say when and my own two hands
Will comfort you tonight, tonight
Say when and my own two arms
Will carry you tonight, tonight

We're coming close and then even closer
We bring it in but we go no further
We're separate, two ghosts in one mirror
No nearer

Later on if it turns to chaos
Hurricane coming all around us
See the crack, pull it back from the window
You stay low

Say when and my own two hands
Will comfort you tonight, tonight
Say when and my own two arms
Will carry you tonight, tonight

Come across you lost and broken
You're coming to but you're slow in waking
You start to shake, you still haven't spoken
What happened

They're coming back and you just don't know when
You want to cry but there's nothing coming
They're gonna push until you give in
Or say when

Now we're here, and it turns to chaos
Hurricane, coming all around us
Double crack throws you back from the window
You stay low

It all began with a man & country
Every plan turns another century
Around again
Another nation fallen

Maybe God can be on both sides
Of the gun, never understood why
Some of us never get it so good
So good

Some of this was here before us
All of this will go after us
It never stops
Until we give in

Say when and my own two hands
Will comfort you tonight, tonight
Say when and my own two arms
Will carry you tonight, tonight

Say when and my own two hands
Will comfort you tonight, tonight



A melhor de todas.
The Fray, amo vocês.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

allemande;

Yo!
Depois de muitos dias de desespero, já foram três trabalhos: antropologia, macroeconomia (oi?) e história! Finalmente, restam os de filosofia e o de introdução. Como os farei, ainda não passou pela minha cabeça; provavelmente em algum momento entre sábado e a final da Copa, no domingo.

Sobre esse jogo, aliás, não posso dizer que não estou surpresa. Apesar de super favoritas no início dos jogos, Espanha e Holanda foram seguindo em frente na base do 1/2 x 0 e os palpites passaram a recair na Argentina, Alemanha, no próprio Brasil e no Uruguai. Infelizmente ficamos no meio do caminho; mas conosco ficaram a Argentina (oh belíssimo chocolate! rs) e quem diria: a própria Alemanha. Eu tinha tanta certeza de que ela iria ganhar da até agora eficaz mas tímida Espanha, mas os espanhóis conseguiram destruir quase todos os setores da Alemanha. Incrível. E adivinhem quem aparece na final? As antigas favoritas e posteriormente esquecidas: Holanda e Espanha. Que a melhor vença.

Faz tempo que não faço posts grandes por aqui, mas ultimamente tenho estado tão atarefada com esse fim de período (e olha que é apenas o primeiro!) que não tenho tido muito tempo - nem paciência, verdade seja dita - para esse tipo de coisa. Agora, mais especificamente respondendo à Laynie, que depois de alguns dias sumida voltou a comentar por aqui (aeee! =D), esse trecho que postei no último post é uma música, chamada Gabriela. É de uma banda carioca não muito conhecida, que se chama Polar. Se não me engano, eles até mesmo encerraram suas atividades, mas têm letras boas. (:

Estou tentando voltar a ativa, e de qualquer modo, as férias estão aí para isso.

All along I said we'd be sorry
Sorry, and so we are

(Keane)

terça-feira, 6 de julho de 2010

gabriela;


Ela conta hoje dezenove dias pra uma vida nova começar
E refaz as contas pra fugir de sonhos
O que já não pode transformar

Nas lembranças que ela quer as suas fotos são mais coloridas
Nas distâncias que ela quer a vida corre
Como carros que vem e vão
E pode até parecer estranho
Ser a mesma pessoa num outro lugar...

Rumo a mais uma semana de sofrimento.
A última deste semestre, eu espero.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

left my heart;

The loveliness of Paris
Seems somehow sadly gay
The glory that was Rome
Is just another day
I've been terribly alone
And forgotten in Manhattan
I'm going home
To my city by the bay

I left my heart in San Francisco
High on a hill it calls to me
To be where little cable cars
Climb halfway to the stars
The morning fog may
Chill the air, I don't care

My love waits there in San Francisco
Above the blue and windy sea
When I come home to you, San Francisco
Your golden sun will shine for me


Em homenagem a uma belíssima fanfic que li hoje e ao grande Tony Bennett, pois só consigo ouvir essa música na voz dele. Really really touching.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

choro na vuvuzela;

Pois é, não foi como nós esperávamos. Eu sinceramente acreditei no Brasil mesmo com todas as críticas ao Dunga, com o elenco desfalcado, com o Kaká sem brilho e o Felipe Melo cavalão. Mas não deu, e simplesmente não deu por uma questão psicológica, apenas.

O Brasil é melhor técnica e individualmente, e mostrou isso no primeiro tempo. O problema foi achar que fazer gol aos 10 minutos garantia o jogo e se esforçar apenas para manter esse resultado. Conclusão: não fez o segundo, tomou. E tomou dois, sem saber reagir. Cartão amarelo no Michel Bastos, expulsão do Felipe Melo (que sinceramente não faz falta), falha séria do Júlio César... é, Dunga, você fez o que pode.

Mas, infelizmente, é em cima de você que vão cair.
Espero que ele tenha aprendido a não levar mais jogadores como Kleberson para passearam na África... fica aqui minha tristeza pela derrota da seleção - que aliás, para mim, já estava automaticamente na final desde o início; sim, eu acreditei - e minha esperança por uma igual derrota da Argentina amanhã. Vamo que vamo, Alemanha! Pra ficar menos pior.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

epic fail;

Puta que pariu, caralho, merda!
TOMAR BEM NO MEIO DO CU.

exprimindo em uma frase o maldito dia de hoje.
haja palavrão no repertório porque fica REALMENTE difícil não repetir.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

loucura loucura!

God, vou enlouquecer, é sério.
Enfim, depois de mais de três dias (ou seria menos?) sem postar, cá estou. Desculpem, mas essa vida de universitária anda mesmo corrida; só essa semana preciso fazer um trabalho de Macroeconomia (pra que isso existe mesmo?) e de Hisória. O último é mais tranquilo, fala sobre Tenentismo e fiquei com uma parte relativamente simpática, a introdução. Infelizmente, o trabalho de Economia exige um pouco -muito- mais: abordar a inflação e os planos econômicos realizados nas décadas de 70, 80 e 90. Além de dez páginas escritas, precisamos criar slides para a apresentação oral que, dividida com outro grupo, durará apenas 10 minutos. TÁ BOM OU QUER MAIS?

Quer mais? Então tá: prova de Dinâmica segunda-feira. Sim, eu sei que tem jogo do Brasil mas, infelizmente, o professor adora ignorar esse fato e a prova é até as 13 h - ou 12, ou tanto faz. Ótimo; realmente maravilhoso.

Fora isso, não tenho muitas novidades, mas gostaria de deixar registrado meu adeus tristonho para minha querida Azzurra - ou melhor, meu querido Cannavaro - devido a sua eliminação da Copa. Vergonhosa, por assim dizer; perder pra Eslováquia já é sacanagem... com a França não me importo, já foi tarde. Nem era para estar na Copa, melhor dizendo.

Vi Toy Story 3 no final de semana passado e recomendo aos que quiserem rir! Pois é, achei que fosse me decepcionar - o primeiro sempre é melhor do que as continuações - mas continuou criativo e bem divertido, fica a dica.

Então queridos, fico por aqui. E vamo que vamo BRASIL!
Porrada nos portugas amanhã =D

sábado, 19 de junho de 2010

ah que saudades que eu tenho...

Novamente não tenho muito o que falar, a não ser: enfim chegou o final de semana! Falando nisso, amanhã tem jogo do Brasil e espero sinceramente que nossa seleção não deixe a desejar e arrase a Costa do Marfim! Porque o que tá rolando de zebra não é mole não... que pena, eu esperava mais da Alemanha depois daquele 4x0. Suíça e Sérvia já podem até mesmo disputar a final depois dessas vitórias, hahaha.

Hoje o dia tem sido meio morno, ainda tenho 150 páginas de 20 Anos de Crise para ler e não faço idéia de quando vou terminar; espero que seja em tempo para realizar a prova - que é quando mesmo?

Lembrei que esta semana voltei para casa comentando com uns amigos sobre desenhos que marcaram a infância. Vamos deixar a vergonha de lado e assumir: quem aqui não assistia Caverna do Dragão, As Trigêmeas, Dragon Ball Z? Falando neste último, aliás, lembro que costumava dar minhas energias para o Goku terminar a Genki Dama! (sempre me irritou o fato de que ele demorava três episódios para fazer isso, rs). Esse assunto me levou a pensar em como éramos felizes e não sabíamos. Vejo os desenhos que passam hoje - infelizmente, minha irmã assiste muitos deles - e não consigo ver a graça e o ensinamento passados. Cada coisa boba hoje em dia, fico me perguntando se a intenção é realmente acrescentar algo ou, ao contrário, retirar a inteligência das crianças de hoje.

Esse assunto também me lembrou dos meus queridos animes (não, eu nunca fui uma otaku, mas sempre curti acompanhar os animes do momentos) e lembrei de tanta coisa legal. Lembro que gravei a segunda temporada inteira de Card Captor Sakura em VHS, sem deixar nunca de comprar o mangá para acompanhar ao mesmo tempo, na época em que os mangás ainda custavam R$2,90 e eram totalmente acessíveis, rs. Lembro também da minha fase Cartoon Network, com Sailor Moon, Samurai X, Yu Yu Hakusho... sem deixar de citar a saudosa Locomotion, um dos canais que mais me faz falta. Era de lei chegar do colégio e assistir aqueles animes fantásticos, aprendi todas as músicas de abertura e encerramento. Foi o 115 que me apresentou a Evangelion, Cowboy Bebop, Blue Seed, Silent Möbius... é, vão ficar na memória.

Hoje em dia, já não possuo mais tanto tempo como gostaria para acompanhar - até porque a maioria dos que conheço baixo pela internet. Ainda assim, consegui descobrir coisas bem interessantes até, como 07-Ghost, Kobato (das famosas meninas do CLAMP), X-1999 (este é mais antigo, mas ainda assim brilhante), Air e Loveless - este último é aquele cuja música de encerramento eu coloquei aqui em meu último post.

Existem muitos outros, mas pretendo ir ao cinema ainda hoje então deixarei para uma próxima, até porque este post está ficando grande e acho que acabei me alongando demais no assunto, não se assustem. Quem sabe eu coloque uma listinha com os meus favoritos da próxima vez? É uma boa caso eu esteja sem idéia sobre o que postar, rs.

Inté, galëre.

"Eis, portanto, a complexidade, o fascínio e a tragédia de toda vida política. A política é composta de dois elementos - utopia e realidade - pertencentes a dois planos diferentes que jamais se encontram. Não há barreira maior ao pensamento política claro do que o fracasso em distinguir entre ideais, que são utopia, e as instituições, que são realidade." (Edward Hallett Carr)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

out of nowhere, loveless;

Even if you embrace me until it's suffocating
We will never become one
In a place deeper than gentleness
Touching each other is merely pain
Please bind the two of us.

We will dream no more
Joining hands in uncertainty
Walking towards
The cruel dawn
True words are surely
Somewhere in the true world,
Lurking
In our wordless night.
Surely even now

"Mas não importa o que aconteça, eu acredito no amor..."

quarta-feira, 16 de junho de 2010

michiyuki;

Então pessoal, meu tempo na net está expirando e o post vai ter que ser rapidinho.
Infelizmente ontem não pude passar aqui, mas preciso comentar o joguinho merreca de ontem: aquilo, foi, sinceramente, uma pelada. Espero de coração que o Brasil comece a jogar ou pelo menos tire o Kaká (se ele jogou, eu não vi) porque vem vindo aí Alemanha, Holanda, Itália, Argentina, Uruguai e agora desconfio até mesmo da Suíça! Aliás, ah como é bom o gostinho de ver a favorita desapontando. É, Espanha, chegou com a bola alta e não deu...

Mudando de assunto, ontem fiz o exame psicotécnico (as oito e meia da manhã, meldels) e felizmente passei! Agora é só me matricular em uma auto-escola - que, de preferência, não seja clandestina hahaha - e começar as aulas! :)

No mais, gostei de te ver por aqui Rodrigo! Valeu pelo comentário, passe mais por aqui. É isso gente, inté!

PS: o título do post faz referência a uma música japonesa que não sai da minha cabeça, muito muito linda; no próximo post, caso eu tenha tempo, coloco a letra traduzida aqui. :)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

momentum notorium;



"If I don't say this now I will surely break
As I'm leaving the one I want to take
Forgive the urgency but hurry up and wait
My heart has started to separate

Oh, oh, oh
Oh, oh, oh
Be my baby
Oh, oh, oh

Oh, oh, oh
Oh, oh, oh
Be my baby
I'll look after you..."


The Fray, vocês iluminam a minha vida.

“Nunca houve dois corações mais abertos
Nem gostos mais semelhantes
Ou sentimentos em mais sintonia.” (Jane Austen)

e força na vuvuzela!

Canavarro, Camoranesi, de Rossi e Buffon, meu quarteto ternura: vocês são lindos e me seduzem. MAAAAAS... esse hexa ninguém tasca da gente! =D

PS: eu queria muito colocar uma imagem deles aqui, mas ia ficar grande e estranho...

domingo, 13 de junho de 2010

alemanha's fail;

Como não pude entrar na internet nestes últimos dois dias, desejo a todos um Feliz Dia dos Namorados atrasado! A viagem foi ótima - para os que quiserem saber - apesar do frio. Meu único desgosto foi não ter podido ver A Casa do Lago, já que lá não havia dvd. De qualquer forma, como continuo com problemas na net (desconfio que meu modem queimou, holy crap), pretendo desligar isso aqui daqui a pouco e assistir em casa sozinha e sem pipoca mesmo... fazer o que.

Li no blog de uma amiga um pequeno post sobre a Copa, então deixo registrada aqui a minha vergonha alheia quanto ao frango tomado pela Inglaterra, meus parabéns à Alemanha e à Gana e minha torcida a favor do Brasil, se possível; caso não seja, qualquer um menos a França. Safada, quem se classifica com gol de mão não merece respeito. Falando em respeito, a Argentina bem que o merece, mas ainda assim eu sou orgulhosa demais para elogiar os hermanos. :)

Mudando um pouco de assunto, eu ouvi há algumas semanas atrás no rádio uma música que ficou na minha cabeça mas que eu não conseguia prestar atenção suficiente para captar um mínimo verso a fim de procurar na net. Finalmente, ouvindo novamente hoje na volta para casa, consegui entender algo e digitando na net, eis que encontrei-a:

Beautiful girls all over the world
I could be chasing but my time would be wasted
They got nothing on you baby
Nothing on you baby
They might say hi and i might say hey
But you shouldn't worry about what they say
Cos they got nothing on you baby
Nothing on you baby

Eu sei, é uma música bem modinha, mas ficou martelando na minha cabeça, curti a melodia. De qualquer forma, está aí a mensagem para o Dia dos Namorados (esperam que todos tenham sido tão bons quanto o meu).

Meu tempo está se esgotando então para finalizar, deixo aqui os fails alemães pós-Bismarck que encontrei lendo o texto de Dinâmica das R.I. O trecho faz parte do capítulo intitulado "'A Máquina do Juízo Final' Política", do livro Diplomacia das Grandes Potências, se alguém se interessar em ler (admito que não comprei por pura preguiça de gastar dinheiro com um livro maior do que os três Senhor dos Anéis juntos, mas fica a dica):

1 - "A Alemanha conseguira o feito extraordinário de isolar-se e de juntar três antigos inimigos em uma coalizão hostil voltada contra ela."

2- "Os alemães arriscaram que a)(...); b) (...) e c) (...). Todas estas suposições falharam."

3- "Tudo que realmente foram capazes de realizar foi a demissão do ministro do exterior francês, Delcassé, uma vitória simbólica, pois Delcassé logo retornou em outra posição (...)"

Ah sai daí, Guilherme II. Você é realmente muito merda.

É isso pessoas, vou me dedicar a Keanu, Sandra e ao amor que atravessa 2004/2006.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

bruxonilda vai a...

A boa notícia do dia: o trabalho sobre Bruxaria saiu!
Sim, mesmo com um puta esforço em conseguir data show/caixa de som e a decepção ao ver que um dos vídeos não ia rodar, o trabalho saiu. E o mais importante, a professora aprovou. No início foi um pouco conturbado, acho que o nervoso por sermos o primeiro grupo a apresentar acabou fazendo a gente correr um pouco, além de desencontros ocasionais na hora de falar. Mas o bom é que a turma foi participando, a professora foi complementando, e conseguimos mostrar que, apesar de tudo, todos havíamos lido o texto. E o que é essencial, entendemos a proposta. Enfim, parabéns para nós e menos um na lista! Agora é meter as caras em 20 Anos de Crise e rezar para a prova de Introdução as R.I.

Mudando de assunto, hoje meu dia foi (novidade) bastante corrido, mesmo tendo chegado cedo em casa. Isso porque nesse fim de semana eu viajo (Dia dos Namorados! *-*) e justamente na véspera - que é quando normalmente começamos a pensar no assunto - percebi que tinha que resolver muita coisa, principalmente no quesito roupas, já que pra onde vou provavelmente estará fazendo frio. Uma pena, porque eu estava combinando com uma grande amiga minha de visitar um amigo nosso que faz aniversário hoje, aí acabou não dando pra conciliar ambos; fica para uma próxima...

Aliás, comprei dois filmes hoje! Não que eu estivesse pensando em fazê-lo, mas quando passei pela vitrine bati o olho e simplesmente senti vontade. Muitos de vocês devem conhecer ambos: um é clássico e o outro, mais recente e não tão aclamado. O Fantasma da Ópera e A Casa do Lago. A bem da verdade, apesar de já ter visto vários filmes antigos (aí classificam-se os velhos e os menos recentes), nunca me interessei em assistir o Fantasma, apesar de conhecer as músicas e ter visto vídeos maravilhosos no YouTube com cenas do filme. Já A Casa do Lago, eu aluguei deve fazer uns dois anos (ou mais); lembro que queria muito ver por causa da música do trailer - por acaso, composição do Keane: a famosa Somewhere Only We Know - e quando vi gostei muito. Tá certo que não é uma obra-prima e que o Keanu Reeves poderia pelo menos se esforçar em esboçar reações mais convincentes naquele rosto indiferente que ele tem, mas eu gostei tanto da história que simplesmente ignorei o fato.

Vamos às sinopses

O Fantasma da Ópera ->La Carlotta (Minnie Driver) é a diva de uma conceituada companhia teatral, que é responsável pelas óperas realizadas em um imponente teatro. Temperamental, La Carlotta se irrita pela ausência de um solo na nova produção da companhia e decide abandonar os ensaios. Com a estréia marcada para o mesmo dia, os novos donos do teatro não têm outra alternativa senão aceitar a sugestão de Madame Giry (Miranda Richardson) e escalar em seu lugar a jovem Christine Daae (Emmy Rossum), que fazia parte do coral. Christine faz sucesso em sua estréia, chamando a atenção do Visconde de Chagny (Patrick Wilson), o novo patrocinador da companhia. O Visconde e Christine se conheceram ainda crianças, mas ele apenas a reconhece na encenação da ópera. Porém o que nem ele nem ninguém da companhia, com exceção de Madame Giry, sabem é que Christine tem um tutor misterioso, que acompanha nas sombras tudo o que acontece no teatro: o Fantasma da Ópera (Gérard Butler) - dá pra acreditar que tem o gato do Gerard e eu nunca vi este filme??!

A Casa do Lago ->Kate Forster (Sandra Bullock) é uma médica solitária, que morava em uma casa à beira de um lago. Hoje esta casa é ocupada por Alex Wyler (Keanu Reeves), um arquiteto frustrado. Kate passa a trocar cartas com Alex, com quem mantém um relacionamento à distância por 2 anos. É quando, ao se descobrirem apaixonados um pelo outro, eles buscam um meio de se encontrar.


Sei que os filmes não têm muito a ver entre si, mas estava buscando um meio de tornar este post interessante, ainda que por intermédio da narração do meu dia. De qualquer forma, o aspecto pseudo-intelectual sobre o qual falei ainda ontem pouco a pouco vai aparecer (ou assim espero). Para finalizar, obrigada pelos comentários, Cereja! Gosto de lê-los e, mais ainda, saber o que você, com o que você se identificou, do que te fiz lembrar e etc. Espero continuar recebendo suas visitas :)



"A guerra, a princípio, é a esperança de que a gente vai se dar bem; em seguida, é a expectativa de que o outro vai se ferrar; depois, a satisfação de ver que o outro não se deu bem; e finalmente, a surpresa de ver que todo mundo se ferrou." (Karl Kraus)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

nothing but a song;

(Outro) dia cansativo? Que isso, imagina!
O bom é que graças a ele pude perder com menos peso na consciência aulas importantes mas absurdamente chatas, como História e Macroeconomia. Nesta última, aliás, descobri que fiquei com 7.3 de média (não me perguntem como), mas que beleza! =D

Mas foi por uma boa causa, ok?
O trabalho de Antropologia tinha que sair, de um jeito ou de outro, imagino eu. Foi bem divertido, a casa da Mari é um ótimo lugar para se fazer reuniões: tem violão, colchão de ar e ela faz uma carne de soja temperada que é uma delicinha, manjar dos deuses! hahaha. Mas voltando ao importante, que é (ou talvez não) a realização do trabalho: sim, conseguimos adiantar um pouco. Caras, eu sei que é para amanhã, mas se tivemos como nos preocupar anteontem - também na casa da Mari - e não o fizemos, pra que se desesperar? Confesso que até tirei um cochilo depois do almoço; coisa rápida, graças a isso pude ajudar depois a escrever a metade que faltava do resumo que precisamos entregar junto com a apresentação. Quanto a divisão de falas... amanhã a gente se resolve, o negócio é relaxar =D

De qualquer forma, o dia foi bem poético e musical. Não só por causa do violão da Mari, mas também porque voltando de Niterói a altas horas na calada da noite, eu vim na proa da barca cantando alegremente o que vinha na cabeça. Ok, estava frio e as pessoas me olhavam como se eu fosse louca. Talvez eu seja mesmo... mas a questão é que o céu estrelado e a cidade maravilhosa iluminada do outro lado me arrastaram para ver o espetáculo, não pude resistir. Como pegamos a barca velha, foram 30 minutos de pura trilha sonora, fiquei pensando até em mandar para alguma produção independente que se mostre interessada em fazer uso dela. Isto me lembra que uma das músicas que mais ouvi nesses dois dias foi a Nothing But a Song, do Tiago Iorc. Acho até que foi tema de novela, alguém conhece? Percebi, enquanto os meninos tocavam o violão, que eu preciso aprender a letra dessa música e parar de me achar cantando apenas "nothing but a song without no rhyme" porque é muito tosco só cantar o refrão cuja frase faz alusão ao título.

É isso, gente. Estou cansada e continuo sem internet, então por enquanto é o que dá pra fazer. Pelo menos vim aqui para tentar manter minha promessa de ontem! Vamos ver durante quanto tempo eu sigo nessa empolgação por contar a minha vida em detrimento do aspecto pseudo-intelectual que eu queria fornecer a isso aqui.

E vida longa aos Azande!
Que algum dia façam trabalhos mais decentes sobre eles, hehe.

Não há fatos, só interpretações. (Nietzsche)

terça-feira, 8 de junho de 2010

alguma questão ou moção em pauta?

Que pena, eu tinha prometido a mim mesma que escreveria todos os dias aqui. Não que isso seja algo que se possa prometer assim, do nada; postar todos os dias é algo que não depende só de mim, é claro. Mas esse fim de semana foi bastaaante cansativo, ao extremo. Foi a primeira vez que eu participei de um evento que me cobrou tanto, na maior parte das vezes eu só assistia. Foi interessante e me acrescentou muito em alguns aspectos, mas no geral foi estressante até demais. O que posso dizer é: valeu a experiência, mas eu não repetiria. Ou quem sabe daqui a alguns meses eu repense no caso com mais calma, tudo o que mais quero agora é passar pelo menos um fim de semana em casa.

Mas mudando de assunto, como estão? Espero que a semana tenha se iniciado bem para todos. A minha ficou melhor hoje, quando li comentários inesperados - de certa forma - por aqui. Não estou reclamando, ao contrário: fiquei muito, muito feliz. de verdade(e você sabe disso). Agradeço a todos =)

Não tenho muito para contar sobre meu dia, exceto que estou arrancando os cabelos com a falta que minha internet faz. Pois é, estou sem net há três dias e o pessoal da Velox diz que, pelo menos lá, está tudo bem. Tenho usado um modem que, infelizmente, só conta com 1 h por dia, então vai ser apertado. Além disso, me preocupa também o trabalho de antropologia pra quinta e que eu não faço a mínima idéia de como vai sair, já que amanhã meu grupo e eu não teremos tempo. Seja o que Deus quiser então, certo? rs.

Ah é, lembrei agora de algo maravilhoso (pelo menos para mim): consegui reinstalar a TV com o VHS no meu quarto! Ele estava quebrado há tanto tempo que eu já havia me conformado com a triste realidade de perder os meus filmes da Disney. Mas vejam que grata surpresa, com isso pude colocar em dia minha vontade de relembrar as musiquinhas e escolhi para iniciar Mogli e A Pequena Sereia. Não, eu não gosto taaanto assim de Mogli, mas outro dia me bateu uma vontade louca de lembrar como era a letra da canção que os urubus cantam e eu precisava matar essa curiosidade, hahaha.

Acho que é mais ou menos isso o que eu tinha pra dizer hoje, só para avisar que não desisti do blog e que pretendo, de verdade, postar algo todo dia, nem que seja uma mísera letra de música (afinal, vocês já repararam que eu ADORO fazer isso, né?). Aliás, que estiver disposto a me dizer como faço para postar um video do YouTube aqui, agradeço. =)

Eu uso o necessário
Somente o necessário
O extraordinário é demais
Eu digo necessário
Somente o necessário
Por isso é que essa vida eu vivo em paz!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

me moderniza que eu to barroco! - marcou;


I never understood before
I never knew what love was for
My heart was broke my head was sore
What a feeling

Tied up in ancient history
I didn't believe in destiny
I look up you're standing next to me
What a feeling

What a feeling in my soul
Love burns brighter than sunshine
It's brighter than sunshine
Let the rain fall I don't care
I'm yours and suddenly you're mine
Suddenly you're mine
And it's brighter than sunshine

I never saw it happening
I'd given up and given in
I just couldn't take the hurt again
What a feeling

I didn't have the strength to fight
But suddenly yet it seemed so right
Me and you
What a feeling

What a feeling in my soul
Love burns brighter than sunshine
It's brighter than sunshine
Let the rain fall I dont care
I'm yours and suddenly you're mine
Suddenly you're mine
And it's brighter than the sun
It's brighter the sun
It's brighter than the sun, sunshine

Love will remain a mystery
But give me your hand and you will see
Your heart is keeping time with me

Oooh what a feeling in my soul
Love burns brighter than sunshine
It's brighter than sunshine
Let the rain fall I don't care
I'm yours and suddenly you're mine
Suddenly you're mine

I've got a feeling in my soul
Love burns brighter than sunshine
It's brighter than sunshine
Let the rain fall I dont care
I'm yours and suddenly you're mine
Suddenly you're mine
And it's brighter than sunshine


(Brighter Than Sunshine - Aqualung)


Só pra não deixar o dia passar em branco pois, apesar de extremamente cansativo, me rendeu bons momentos. Fui escrever pro BBC, beijos.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

deixa assim como está, sereno.

E esse frio dos infernos... de onde é que ele veio, gente? Ainda outro dia estava o maior sol e de repente me vem essa frente fria. Ao quadrado. Sério, ontem por um infeliz acaso acabei entrando num ônibus com ar-condicionado e quase chorei quando vi minha burrada, mas já tinha passado da roleta. Estava tarde e não parecia haver outro jeito; segui então, em minha nada mole vida, no caminho pra casa. Petrificus Totalus.

Uma das coisas mais estressantes de uma vida em atividade, eu acho, é o fato de não ter nada para fazer em uma semana e na outra já ter dois eventos, três provas e cinco testes de uma vez só. Ok, eu acabei exagerando (quanto aos eventos somente, na maioria das vezes eles ocorrem nos finais de semana), mas eu me não canso de me perguntar: por que não dividir as tarefas ao longo do mês ao invés de espremer tudo em míseros cinco dias? Vou acabar enlouquendo.

Hoje dei uma passadinha rápida (bem rápida mesmo, não é eufemismo feminino) no shopping para ver uma blusa que estava me faltando para o evento. O chato é ter de vestir roupa social... sinceramente, não sei como a galera no centro da cidade aguenta; ou melhor, como eles aguentam em qualquer local da cidade 40º. Agora nem tanto, mas vocês captaram a idéia. Eu queria mesmo ter aproveitado pra comprar logo o presente de Dia dos Namorados, mas estava tão cansada e o pensamento de ter de dormir cedo era tão latente que desisti. Deixa pra semana que vem... (ou não, rs).

Mudando complestamente de assunto, eu sei que apenas uma pessoa lê - ou ao menos tenta - isso aqui diariamente, mas queria expressar um pensamento que me ocorreu durante meu post de ontem: eu de verdade desejava que esse blog fosse algo assim pseudo-intelectual que só tivesse comentários estilo "wow! esse cara realmente entendeu a alma do negócio", mas não estou conseguindo achar assuntos devidamente interessantes. Para mim, é claro :D

Tenho tido pouco tempo de procurar notícias (no máximo, vejo o resultado das rodadas do Brasileirão - falando nisso: Brasil e Nense, porra!)mas prometo me esforçar - isto é, se eu tiver tempo e saco, ok - para tentar escrever de uma forma mais produtiva para mim e para quem lê. Claro que a idéia original era fazer disso aqui uma válvula de escape para os meus estresses diários (e olha que não são poucos), mas quando eu estiver de bom-humor, preciso me inspirar em algo.

Ok, vamos fazer o seguinte. Eu estava lendo no blog da mesma conhecida que me inspirou a criar este(não foi ela em si, e sim o fato de que lendo o blog dela eu achei que talvez fosse interessante criar um)que ela gosta bastante de fazer listas, sobre os mais variados assuntos. Isso é genial, porque eu costumava fazer muito isso quando mais nova. Talvez por conta dos famosos cadernos de perguntas da época, eu não sei. Anyways, estava pensando em algo de certa forma independente da música (que, convenhamos, me persegue - não consigo viver sem!) mas descobri que, a esta hora da noite, só me resta paciência para falar sobre isso. Assim, deixo aqui uma pequena lista das cinco bandas que mais tenho ouvido nos últimos... hm, acho que posso dizer: três meses. Sei que provavelmente ninguém lerá este post (sim, eu só faço idéia disso se vocês comentarem! rs), mas fica a dica:


1- The Fray: sério, eu me viciei e nem sei ao menos como isso aconteceu. Achei que fosse algo passageiro porque só conhecia umas poucas (e famosas) músicas deles, mas depois fui pesquisando e gostei tanto do estilo que não parei mais. Recomendo as famosas Over My Head, Look After You e How to Save a Life + as não tão conhecidas All at once, Be The One, Uncertainty e You Found Me.

2- Keane: a voz do Tom me seduz. De verdade, acho que é uma das mais bonitas que ouvi; talvez por ele cantar em falsete, quem sabe? Destaque também para o Tim-Rice, um dos melhores compositores da atualidade. Recomendo We Might as Well be Strangers, Early Winter, Allemande, Hamburg Song, Nothing in my Way e Crystal Ball.

3- Coldplay: já ouço direto faz um bom tempo, adoro as composições e os clips deles. Imagino não ter muito a acrescentar já que eles são bem famosos - algumas de suas músicas fazem parte de trilha de novelas e etc -, recomendo: Yellow, Green Eyes, Fix You, Viva La Vida, In My Place e Violet Hill.

4- Anberlin: essa banda é pouco conhecida, embora tenha realizado um show recentemente aqui no Rio (e eu não fui, infelizmente), mas gosto bastante do som deles, apesar de preferir as músicas acústimas às pesadonas originais, rs. Recomendo Cadence, The Haunting, Breaking, Dismantle Repair e Inevitable.

5- Finalmente mas não menos importante: Los Hermanos! Eles também já tiveram seu tempo de glória e são bem conhecidinhos, eu por exemplo conheço vários fãs perdidos por aí. Afinal, quem não se lembra da (Mariana Ximenes) grande Ana Júlia? Além dessa, recomendo Sentimental, O Último Romance, Pois É, Morena, Romeu e Julieta, Todo Carnaval Tem Seu Fim e Santa Chuva (essa última é composição do Camelo, só ouvi na voz da Maria Rita).


Bom galera, por hoje é só (só??). Preciso urgentemente descansar para estar bem amanhã; nunca a cama pareceu tão convidativa.

terça-feira, 1 de junho de 2010

the question remains;

Mais um dia cansativo e sem maiores realizações. Eu mesma to começando a ficar preocupada com a minha inoperância, tenho tido uma dificuldade incrível em assimilar as coisas nos últimos dias. O cansaço tem piorado o meu estresse e estou ficando insuportável especialmente em casa; depois de cada discussão, me sinto pior do que antes e com a sensação de ter feito uma grande burrada. Mas simplesmente não está dando pra segurar os nervos essa semana.

Anyways, uma boa notícia: ao contrário do que eu esperava, sim, consegui terminar meu trabalho de Política em menos de 24 horas. Eu achava que seria impossível visto que não fazia nem idéia de por onde começar; onde achar a intercessão entre os textos que o cara mandou analisar? Te contar, esses professores acham que a gente possui dons adivinhatórios. Ou só querem ferrar nossa vida acadêmica mesmo... como se eu já não tivesse coisas suficientes para me preocupar a respeito. Exemplo: dia dos namorados está chegando e, sinceramente, não faço idéia de como arranjar tempo pra ir ao shopping comprar (e escolher, claro :D) um mínimo presente! Triste.

Não estou com muita paciência nem tenho novidades o suficiente pra postar aqui, fome já está batendo e eu vi de relance que tem um bolo de milho muito simpático ali na cozinha. Para me despedir, aí vai a letra de uma música que tenho ouvido bastante esses dias:


Uncertainty is killing me
And I'm certainly not asleep
Maybe I've gone far to deep
Maybe I'm just far to weak
Ands that's the last place
I want to be the last place

And there is so much we don't know
So we love and we hope that it holds

Thousands were lost maybe more
The question remains, what is this for?
Maybe it came unexpected
Maybe I'm left unprotected
And that's the last place
I want to be the last place

And there is so much we don't know
So we love and we hope that it holds
And either we say or we show
So I'm going to fight for my own

I'm holding on until the last
I'm holding on until there's nothing left
I'm holding on until the last
I'm holding on until there's nothing left


Linda, não? The Fray é foda *-*

E pra fechar o dia com frase de ouro:

"Necessidades legítimas precisam ser garantidas." (Hillary Clinton)
Ela que se cuide com as viúvas do marido: Chupa essa manga! rs.

PS: e palmas para a Rita Hayworth, que queria uma menção a sua pessoa.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

de um lado, este carnaval

Sério, não sei de onde vem todo esse cansaço.
Ou melhor, até sei. Semana atribulada cheia de provas e trabalhos, eventos no final de semana (alguém aí estava sabendo do Fórum Mundial da Aliança das Civilizações? pois é, eu fui) e mais outra semana igualmente conturbada, que se inicia hoje. Incrível como de repente as horas de um dia são insuficientes para se fazer tudo o que se planeja, não?

Voltando ao início, o que não sei é como estou me deixando abater tão fácil. Sempre que posso e chego cedo em casa, durmo pelo menos umas 5 horas, sem interrupções. Não me lembro de um dia de semana passada em que eu não tenha me estressado com algo. Chego à conclusão de que preciso urgentemente de férias, e isso porque quando passei no vestibular a primeira coisa que veio à minha cabeça foi "hah, moleza". Ledo engano: por que diabos, pergunto eu, preciso aprender, ou melhor, fazer prova de Macroeconomia? Jurava que ia me ver livre (e já não era sem tempo!) da maldita Matemática e as peças que ela quase sempre adora me pregar. Por outro lado, embora a carga de leitura seja extensa e atualmente - devido às provas - cansativas, estou adquirindo um maior gosto pelo material que leio. Não sei se é por estar ingressando em assuntos que enfim me são familiares de tão sabatinados no colégio ou se é porque finalmente estou me identificando com o curso. De tão empolgada que fiquei comecei até a comprar uns livros de leitura complementar, olha que dedicação! rs.

Mas mudando inteiramente de assunto, fiquei feliz pelos dois comentários que recebi no post de ontem. Um eu já previa mas o outro foi inesperado e agradeço a ambos. Aliás, comentários, por mais que sejam bem-vindos, sempre irão me surpreender, visto que não fiz deste blog algo oficial e propagandeado pelo orkut e afins. Simplesmente não vejo necessidade disto (por enquanto).

Para finalizar (sim, eu pretendo não escrever posts tão grandes), queria deixar algumas frases interessantes que eu li sobre o século XX, período retratado no livro Era dos Extremos, de Eric Hobsbawm. Comecei a leitura há dois dias e estou gostando bastante, até porque a temática é algo bem mais palpável pelo menos pra mim, já que envolve as guerras mundiais, ascensão do socialismo e crise do sistema vigente, assuntos bastante explorados nas aulas de História. As seguintes citações estão presentes em um pequeno pós-prefácio que antecede o primeiro capítulo da obra:


"Não posso deixar de pensar que este foi o século mais violento da história humana." (William Golding, escritor)

"A principal característica do século XX é a terrível multiplicação da população do mundo. É uma catástrofe, uma tragédia. Não sabemos o que fazer a respeito." (Ernst Gombrich, historiador da arte)

"Se eu tivesse de resumir o século XX, diria que despertou as maiores esperanças já concebidas pela humanidade e destruiu todas as ilusões e ideais." (Yehudi Menuhin, músico)

"Os historiadores não têm como responder a essa pergunta. Para mim, o século XX é apenas o esforço sempre renovado de entendê-lo." (Franco Venturini, historiador)


Não é triste saber que tudo isso foi causado pela e para a humanidade?

domingo, 30 de maio de 2010

rumo ao êxtase

Pensei muito sobre esse blog antes de iniciá-lo. Devo dizer antes de mais nada que a idéia me veio hoje, após ler o primeiro post de uma... conhecida - na falta de palavra melhor - em seu próprio blog. Eu já havia pensado inúmeras vezes em criar um, mas a lembrança de que paciência não é uma das minhas melhores qualidades sempre me segurava. Com o tempo, novas coisas mais interessantes para fazer iam surgindo a cada vez que esse pensamento voltava, e deixei a idéia esquecida até então.

First of all, imagino que seja melhor me apresentar. Meu nome é Olívia, tenho 18 anos e mentalidade de 50. Meu signo é sagitário (às vezes é importante comentar esse tipo de coisa), faço Relações Internacionais e não, não tenho a menor idéia de como vai ser meu futuro ou o mundo daqui a 10, 15, 20 ou 30 anos. Sei das coisas que pretendo realizar, dos objetivos que pretendo alcançar e só, pois sou do tipo que acredita em um futuro pertencente a Deus. Possuo, como todos que conheço (e provavelmente os que não conheço também) algumas qualidades que me alegram e infelizmente, alguns pontos ruins que gostaria de mudar. Gosto de ouvir música, ficar direto no pc, de ler coisas interessantes e, principalmente, das pessoas. Apesar do meu gênio difícil (uma das coisas que estou procurando modificar, aliás), acredito que numa maior parte do tempo consigo lidar relativamente bem com a maioria dos que conheço.

A respeito do título deste blog.
Pra ser sincera, eu nunca nem ouvi essa música. Sim, é uma música da cantora Sarah McLachlan (conhecem?), cuja letra me parece bastante inspiradora, vendo agora. Na realidade, esse título me surgiu ao correr os olhos pela minha lista musical do Media Player e ver essa frase, que na verdade nomeava o disco da cantora. Gosto bastante de algumas músicas da Sarah, mesmo sem conhecer a fundo seu trabalho. De qualquer maneira, identifiquei-me com este título e achei que teria um efeito interessante. Rumo ao êxtase... é, eu realmente curti essa frase.

Não queria ter escrito tanto, mas penso agora que talvez isso não fosse possível. Talvez eu esteja sendo formal demais, um segundo pensamento. Um blog deveria em sua essência ter um quê de informalidade, pois não? Quem sabe, talvez eu descubra isso nos próximos posts, com a quebra do meu humor (e paciência) disposto a explicar tudo de forma tão impessoal. Talvez o hábito de escrever aqui acabe me salvando e modificando o modo como enxergo e passo adiante o que penso. Espero de verdade que sim, ou então esse blog se resumirá a redações intermináveis, quase um livro escrito em prosa. Não é isso que quero. O que quero... bem, isso eu ainda não sei ao certo, mas pretendo descobrir.

É... nos vemos por aí.

All the fear has left me now
I'm not frightened anymore.
It's my heart that pounds beneath my flesh.
it's my mouth that pushes out this breath

and if I shed a tear I won't cage it.
I won't fear love
and if I feel a rage I won't deny it.
I won't fear love.